Retalhos + Amor é um trabalho social voluntário de iniciativa coletiva que visa a proporcionar a melhoria da qualidade de vida de mães e bebês nas comunidades carentes.



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sábado, 24 de agosto de 2013

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Bastante trabalho a ser feito!!

Olá a todos que nos acompanham! Tudo bem? Primeiramente quero me desculpar por estarmos um pouco ausentes aqui no blog. O tempo anda corrido, estamos com bastante coisas para organizar aqui no trabalho social. Aos poucos vamos mostrando tudo para vocês aqui.

Recebemos várias doações daquela malharia de Jaraguá do Sul que citamos aqui, e estamos separando tudo o que veio e classificando cada pedaço para sua devida finalidade. Vocês precisam ver que maravilha de retalhos que eles nos enviam!! Este trabalho de organização é muito importante para que tudo flua com energia contínua e que nossa produção seja cada vez maior e mais eficiente. 

A cada dia estão aparecendo mais e mais pessoas interessadas em ajudar este trabalho lindo que é o Retalhos + Amor. Pessoas maravilhosas e iluminadas, que aparecem para ajudar e também são ajudadas, pois o trabalho voluntário enobrece a alma, e faz parte do crescimento espiritual de cada um.

Vou falar depois de cada um desses tópicos em posts diferentes, pois temos muito a mostrar e falar aqui. Eu, que estou escrevendo aqui neste blog, sou a responsável pelas fotografias também. Estou começando a acompanhar as mulheres que fazem a entrega das doações e sempre que possível estamos registrando esses momentos que nos deixam tão realizadas, pois cada vez mais crianças estão sendo beneficiadas com esse trabalho. E isto também é uma forma de prestarmos contas com a sociedade, de divulgar este trabalho social, de mostrar o que estão sendo feitas com as doações dos materiais recebidos.

Bom pessoal, fecho o post de hoje com uma mensagem retirada "aleatoriamente" do livro de Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo: 

AMAR O PRÓXIMO COMO A SI MESMO

III – A Fé e a Caridade

UM ESPÍRITO PROTETOR
                                                                     Cracóvia, 1861

            13 – Eu vos disse recentemente, meus queridos filhos, que a caridade sem a fé não seria suficiente para manter entre os homens uma ordem social de fazê-los felizes. Devia ter dito que a caridade é impossível sem a fé. Podereis encontrar, é verdade, impulsos generosos entre as pessoas sem religião. Mas essa caridade austera, que só pode ser exercida pela abnegação, pelo sacrifício constante de todo o interesse egoísta, nada a não ser a fé poderá inspirá-la, porque nada além dela nos faz carregar com coragem e perseverança a cruz desta vida.

            Sim, meus filhos, é inútil querer o homem, ávido de prazeres, iludir-se quanto ao seu destino terreno, pretendendo que lhe seja permitido ocupar-se apenas da sua felicidade. Certo que Deus nos criou para sermos felizes na eternidade, mas a vida terrena deve servir unicamente para o nosso aperfeiçoamento moral, o qual se conquista mais facilmente com a ajuda do corpo e do mundo material. Sem contar as vicissitudes comuns da vida, a diversidade de vossos gostos, de vossas tendências, de vossas necessidades, são também um meio de vos aperfeiçoardes, exercitando-vos na caridade. Porque somente a custa de concessões e de sacrifícios mútuos, é que podeis manter a harmonia entre elementos tão diversos.

            Tendes razão, entretanto, ao afirmar que a felicidade está reservada ao homem neste mundo, se a procurardes antes na prática do bem do que nos prazeres materiais. A história da cristandade nos fala dos mártires que caminhavam com alegria para o suplício. Hoje, na vossa sociedade, para ser cristão já não se precisa enfrentar a fogueira do mártir, nem o sacrifício da vida, mas única e simplesmente o sacrifício do egoísmo, do orgulho e da vaidade. Triunfareis, se a caridade vos inspirar e fordes sustentados pela fé.


Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo por Allan Kardec
Capítulo XI - Amar o próximo como a si mesmo
Instruções dos Espíritos: III - A Fé e a Caridade

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

{mensagem da semana}

Retirado do livro "O Minutos de Sabedoria", pág 208.

Estamos vivendo no século da luz: não se deixe arrastar por ilusões, embora bem intencionadas! Raciocine imparcialmente, e nada aceite sem entender. Se não compreende alguma coisa, não a rejeite. Procure aprofundá-la pelo estudo. Não se conforme com a pior das escravidões, que é a escravidão mental. Nascemos para ser livres, e só o seremos quando raciocinarmos livremente.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

{mensagem da semana} A Paciência

O texto de hoje foi retirado "aleatoriamente" do livro de Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo.
 

A PACIÊNCIA
UM ESPÍRITO AMIGO
Havre, 1862

            7 – A dor é uma benção que Deus envia aos seus eleitos. Não vos aflijais, portanto, quando sofrerdes, mas, pelo contrário, bendizei a Deus todo poderoso, que vos marcou com a dor neste mundo, para a glória no céu.

            Sede paciente, pois a paciência é também caridade, e deveis praticar a lei de caridade, ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste em dar esmolas aos pobres é a mais fácil de todas. Mas há uma bem mais penosa, e conseqüentemente bem mais meritória, que é a de perdoar os que Deus colocou em nosso caminho para serem os instrumentos de nossos sofrimentos e submeterem à prova a nossa paciência.

            A vida é difícil, bem o sei, constituindo-se de mil bagatelas que são como alfinetadas e acabam por nos ferir. Mas é necessário olhar para os deveres que nos são impostos, e para as consolações e compensações que obtemos, pois então veremos que as bênçãos são mais numerosas que as dores. O fardo parece mais leve quando olhamos para o alto, do que quando curvamos a fronte para a terra.

            Coragem, amigos: o Cristo é o vosso modelo. Sofreu mais que qualquer um de vós, e nada tinham de que se acusar, enquanto tendes a expiar o vosso passado e de fortalecer-vos para o futuro. Sede, pois, paciente, sede cristãos: esta palavra resume tudo.

Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo por Allan Kardec.
Capítulo IX - Bem Aventurados os Mansos e Pacíficos
Instruções dos Espíritos: II - A Paciência

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

{mensagem da quarta-feira} Fermento Velho

FERMENTO VELHO

"Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 5:7.)
 

Existem velhas fermentações de natureza mental, que representam tóxicos perigosos ao equilíbrio da alma.
Muito comum observarmos companheiros ansiosos por íntima identificação com o pretérito, na teia de passadas reencarnações.
Acontece, porém, que a maioria dos encarnados na Terra não possuem uma vida pregressa respeitável e digna, em que possam recolher sementes de exemplificação cristã.
Quase todos nos embebedávamos com o licor mentiroso da vaidade, em administrando os patrimônios do mundo, quando não nos embriagávamos com o vinho destruidor do crime, se chamados a obedecer nas obras do Senhor.
Quem possua forças e luzes para conhecer experiências fracassadas, compreendendo a própria inferioridade, talvez aproveite algo de útil, relendo páginas vivas que se foram. Os aprendizes desse jaez, contudo, são ainda raros, nos trabalhos de recapitulação na carne, junto da qual a Compaixão Divina concede ao servo falido a bênção do esquecimento para a valorização das novas iniciativas.
Não guardes, portanto, o fermento velho no coração.
Cada dia nos conclama à vida mais nobre e mais alta.
Reformemo-nos, à claridade do Infinito Bem, a fim de que sejamos nova massa espiritual nas mãos de Nosso Senhor Jesus.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

{mensagem de quarta-feira} Quer ter razão ou ser feliz?

Todas as terças e quartas-feiras o grupo de voluntárias Retalhos + Amor reúnem-se para o trabalho de caridade a que lhe foram propostas. Nas quartas especialmente, é feito uma reflexão em cima de algum texto aberto aleatoriamente de alguns livros que vamos deixar a indicação de leitura depois. A mensagem de hoje veio do livro "Vinha de Luz" de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emmanuel.


CIÊNCIA E TEMPERANÇA

"E à ciência, a temperança; à temperança, a paciência; à paciência, a piedade." - (II PEDRO, 1:6.)

Quem sabe precisa ser sóbrio.
Não vale saber para destruir.
Muita gente, aos primeiros contactos com a fonte do conhecimento, assume atitudes contraditórias. Impondo idéias, golpeando aqui e acolá, semelhantes expositores do saber nada mais realizam que a perturbação.
É por isso que a ciência, em suas expressões diversas, dá mão forte a conflitos ruinosos ou inúteis em política, filosofia e religião.
Quase todos os desequilíbrios do mundo se originam da intemperança naqueles que aprenderam alguma coisa.
Não esqueçamos. Toda ciência, desde o recanto mais humilde ao mais elevado da Terra, exige ponderação. O homem do serviço de higiene precisa temperança, a fim de que a sua vassoura não constitua objeto de tropeço, tanto quanto o homem de governo necessita sobriedade no lançamento das leis, para não conturbar o espírito da multidão. E não olvidemos que a temperança, para surtir o êxito desejado, não pode eximir-se à
paciência, como a paciência, para bem demonstrar-se, não pode fugir à piedade, que é sempre compreensão e concurso fraternal.
Se algo sabes na vida, não te precipites a ensinar como quem tiraniza, menosprezando conquistas alheias. Examina as situações características de cada uni e procura, primeiramente, entender o irmão de luta.
Saber não é tudo. É necessário fazer. E para bem fazer, homem algum dispensará a calma e a serenidade, imprescindíveis ao êxito, nem desdenhará a cooperação, que é a companheira dileta do amor.

domingo, 8 de agosto de 2010

{mensagem da semana} Instruções dos Espíritos - O dever

A mensagem da semana traz a cada semana uma mensagem escolhida "aleatoriamente" do livro de Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo.


O dever

O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem.
Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes, mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem; como determiná-lo, porém, com exatidão? Onde começa ele? onde termina? O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vós.
 
Deus criou todos os homens iguais para a dor. Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelas mesmas causas, a fim de que cada um julgue em sã consciência o mal que pode fazer. Com relação ao bem, infinitamente vário nas suas expressões, não é o mesmo o critério. A igualdade em face da dor é uma sublime providência de Deus, que quer que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não pratiquem o mal, alegando ignorância de seus efeitos.
 
O dever é o resumo prático de todas as especulações morais; é uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta; é austero e brando; pronto a dobrar-se às mais diversas complicações, conserva-se inflexível diante das suas tentações. O homem que cumpre o seudever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo. E a um tempo juiz e escravo em causa própria.
O dever é o mais belo laurel da razão; descende desta como de sua mãe o filho. O homem tem de amar o dever, não porque preserve de males a vida, males aos quais a Humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.
O dever cresce e irradia sob mais elevada forma, em cada um dos estágios superiores da Humanidade. Jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. Tem esta de refletir as virtudes do Eterno, que não aceita esboços imperfeitos, porque quer que a beleza da sua obra resplandeça a seus próprios olhos. - Lázaro. (Paris, 1863.) 

Texto extraído do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo por Allan Kardec.
Capítulo XVII - Sede Perfeitos
Instruções dos Espíritos: o dever